domingo, 8 de setembro de 2013

Combato.

Faço o que posso.
Às vezes até o que pareço não poder.
Sim eu me esforço.
Não por obrigatoriedade mas por bem viver.
Me coloco com verdade e empunho nas mãos tal espada.
Combato com fé as batalhas,
as guerras que costumo viver.



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Meu amor.

Oi meu amor.
Me dá um colo?
Um cheiro,
um abraço,
me dá calor!
Não fugirei de ti.

Eu te namoro...

Ei amor...
Sabe onde eu moro?



Descanso.

Descanso.
Vivo cada dia com todas suas possibilidades.
Não anseio,
não sofro o amanhã...
O amanhã ainda não veio.


Ele se foi...

Não há medo.
Ele se foi.
É um espírito.
O espírito do medo foi banido.
Já não habita a casa que sou.
Já não assombra o pensar.
Já não inibe o agir.
Ele se foi,
não pode entrar.
As trancas foram trocadas,
a porta de entrada já está fechada.
Não pode enganar os olhos abertos
que agora podem ver...
Não pode mentir com suas opressoras palavras,
com suas insinuações.
Já não há medo,
e onde não há medo,
há liberdade,
há liberdade,
há liberdade...



Posso ser.

Posso ser flor... cheia de cor,
sensível flor.

Posso ser flor,
um buquê inteiro...