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Mostrando postagens de Novembro, 2011

O que vi hoje confirma o que penso.

Hoje presenciei um assalto. Um carro e duas motos enquadraram um outro veículo e roubaram sua mercadoria. Foi triste, e a impotência em relação à situação frustra.

Ver aqueles homens e jovens fazendo tal coisa reforça meu desejo de trabalhar cada vez mais para inserção da arte e cultura na vida dos jovens e de todos aqueles que se abrirem para a oportunidade do novo.

Vejo e conheço crianças que nunca foram ao teatro. Adultos que nunca tiveram contato com manifestações artísticas e nada sabem sobre o mito da caverna, sobre a cultura grega e suas ricas influências no desenvolvimento das artes e sociedade, nada sobre Machado de Assis e sua importância para a literatura brasileira, nada sobre o município onde moram e seu desenvolviemtno social e político. Nada... seu entretenimento é a televisão, o bar, a noite e suas portas largas... Leitura? Nem pensar em mostro mais pavoroso!

O povo sofre por falta de conhecimento. O conhecimento transforma o ser, pluraliza as palavras, aumenta o campo…

Putz! Desabafei! Ai que bom...

Putz! Tenho que falar.

Esse negócio de site de relacionamento às vezes enche. Tem um monte de gente escondida atrás disso.

Putz! Quando será que algumas pessoas terão a coragem de DIZER DE VERDADE? De SER DE VERDADE?

Até quando se pode conviver com essa camuflagem tola?

Recebi uma mensagem outro dia com intenção ofensiva ou pode-se dizer "sutilmente" ofensiva...

Sabe quando você alfineta alguém e finge de morto? Assim foi.

Putz de novo!

Eita gente infantilóide.



Quando não temos afinidade com alguém não devemos tê-los em nossa "rede real", e não fazem parte da minha. Não fazem parte da minha vida e do meu círculo de amigos. Sabem disso. Apesar de estarem em um endereço eletrônico compartilhado. Quem é bem chegado sabe que é. Quem não é também.

Eu não me interesso por desvelar a vida de ninguém, enfim, esses sites são para divulgação do meu trabalho e da minha produtora. São para conectividade, para crescimento de laços profissionais e reencontros reais de pessoas qu…

Caminhos Literários, caminhos da alma...

Tenho percorrido dois caminhos literários no momento. Um livro indicado pela minha professora de teoria literária para avaliação estrutural O FUTURO DA HUMANIDADE DE AGUSTO CURY e outro, de minha escolha, para alargar minhas fronteiras pessoais  A LINGUAGEM DAS EMOÇÕES DE PAUL EKMAN.

Carlos Drumond já falava do universo em um livro e da indisponibilidade das pessoas em frenquentá-lo.

Os dois universos em questão estão pela metade conhecidos, já há apontamentos sobre a estilística e sobre os encantos de seus conteúdos, mas posso salientar meu apreço pelos livros que possuem linguagem mais rebuscada e científica.

O tema A Linguagem das Emoções me encanta e de forma envolvente seduz-me. As letras  que compõem sua capa atrairam-me na estante de uma grande loja, e foi-me prazeroso comprá-lo.

As emoções, as intenções, os subtextos, a linguagem, esse verdeiramente é um assunto rico e extenso, que causa-me grande interesse. Tudo que dizemos sem querer, no olhar, no suspirar, no caminhar, no ge…

Do coração para fora...

É SAUDADE do que poderia ser e não é.
Vontade de ir e medo de sair do lugar.
É desejo, dualidade.

Poderia VIVER e nada do que é deixar de ser. Mas cada sensação, cada pensamento, cada ação altera o futuro, altera a forma, transforma o movimento, o sentimento, tudo... como um efeito borboleta - aquele filme que todo mundo um dia já viu, uma cascata, um dominó que cada peça se encaixa.



Um filme já visto em mente, vivido, avaliado.

Ai, ai... complicado ser...


CADA passo dado está traçado, e mesmo assim parece que há um precipício à frente.

Como diz um querido amigo: está TUDO tramado. Não fui eu que tramei - isso digo eu, não ele.


Um personagem chamado Falcão que vive nas páginas do livro O Futuro da Humanidade, diz em uma bela cena em que recita um de seus textos:

Os fracos querem controlar o mundo;  os fortes o seu próprio ser!!!
Eta ser. Eta ser...


OK to no branco há algum tempo...

OK to no branco há algum tempo...

Motivos? Falta de tempo.

Assuntos? Mil. Isso é o que não acaba. Claro, tantas coisas acontecem o tempo todo... tudo muda o tempo todo no mundo...

Estava eu, mera mulher carioca, indo e vindo nessa travessia que faço pela cidade todos os dias para o trabalho que estou envolvida em um shopping do Rio, observo.

Travessia. Essa é a palavra que tenho vivido. As cores da cidade, das luzes que a iluminam, os carros em velocidade, o vento, as pessoas e sua diversidade são atração e um pouco do que difere o dia a dia.



Levo os sorrisos que vejo, os cheiros que sinto, as risadas que dou, as intenções que vejo... levo tudo em mim por essas travessias.

Parecem-me às vezes universos distintos e verdadeiramente distantes. Não distantes por kilometragem e sim por costumes e necessidades. Tantas diferenças. Ao mesmo tempo tantas similaridades.


Nomearei os detalhes e o sumário das informações que virão. Tudo  a seu tempo, por agora, sono e lembranças das luzes que esta…