domingo, 2 de junho de 2013

Dinheiro, alguém, ninguém...

Dinheiro é o amor e amigo de muitos.
Ele qualifica as pessoas para essas pessoas que tanto o amam.

O dinheiro é o papel que compra,
tanto compra que até pessoas o tal papel compra.

Compra até o amor das tolas pessoas.

Em pensar que dinheiro não consegue curar as doenças,
paga-se tratamentos tão caros 
e vão-se embora mortos em sacos...

Em pensar que dinheiro não traz paz,
se não houver harmonia a paz o dinheiro não traz...

Em pensar que trabalha-se tanto para tê-lo,
perde-se dias e noites inteiros dedicados a tal.
Em pensar que muitos ganham o tão desejado 
e nem o direito de aproveitá-lo conseguem ter... 
o tempo para aproveitá-lo não têm.

Em pensar que tantas pessoas o utilizam 
para ser medidor do amor
e das qualidades dos tantos "alguéns"...

Em pensar que tal papel revela o que somos,
a quem valorizamos 
e o que verdadeiramente nos interessa em alguém.

Não existem barreiras no valor... 
existem barreiras no amor.
Quando o amor grande é,
o valor do papel que se tem não impede o viver,
quando o amor real é,
 o dinheiro não é separador,
não faz de você um "zé ninguém."

Verdadeiros amores não têm cor de papel,
mas até de flores têm,
de cores, 
de bem,
do sol do trabalho,
do sonho junto e separado,
da construção de um viver.

Verdadeiros amores têm a marca das atitudes,
das promessas eles não têm...

O verdadeiro amor é o valor mais alto
na conta da vida que alguém pode ter.
Não é medido por cifrões esse tal,
e se é, não é verdadeiro amor de ninguém.






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