domingo, 20 de março de 2016

nada

Se fosse uma daquelas paredes,
insensíveis que nada entende,
ah... seria fácil escrever o quer .
Seria como outra língua pra tal leitor... se é que me entende.

Mas é sensível e sabe,
Se é que entende o que sabe...
e lê, mesmo que não vá no fundo das coisas,
pelo menos vai...

Então nada de expor nada,
nada de poema,
de palavra,
nada,
nem vai mais assim a palavra.

Nada de expor nada.
Nada de mostrar nada.

Nada de entender através da tela.
A vida é bela,
pra sentir na cara!
Na pele a bofetada!
Nada de indiretas rimadas.





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