domingo, 9 de setembro de 2012

...deixo meu pensamento ir

E deixo meu pensamento ir.
Criar enfim o que realmente desejo.
Não paro-o, 
não crio obstáculos mentais.
Deixo-o livre,
mostrar-me o que realmente quero,
além das possibilidades racionais,
além das questões,
além do óbvio,
deixo-o mostrar-me 
os altos vôos que quero dar.
Que posso dar.

Serra dos Órgãos - Teresópolis

E sabendo eu que tudo que é vísivel,
foi criado anteriormente de forma invisível, 
impalpável:
alegro-me.
Sabendo, afirmo-me que tais verdades são reais, 
materializáveis, 
porque nossos pensamentos, 
se cridos, 
geram ações,
mobilizam energia,
atraem,
e fazem-nos ir na direção correta.
Basta crer.
Assim,
deixo meu pensamento ir.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Pedido de hoje.

Que minha vida seja extrema fidelidade às minhas crenças.
Que seja pautada nos sentimentos reais,
sentimentos meus.
Que não haja receios, 
muito menos desejo de impressionar a ninguém.
Minha consciência seja meu guia,
seja minha luz nas escolhas feitas.
Que eu seja o máximo que posso ser.
Que eu faça o máximo que posso fazer, 
porém não por obrigação. 
Que me abstenha das coisas vãs,
do que a aparência deseja implantar,
do que as pessoas esperam,
do que a sociedade muitas vezes impõe.
Que me abstenha do que não sou e não corrompa meu pensar.
Que minha vida seja entregue 
e não hajam limites para realizar o que transborda em meu coração.
Que eu tenha audácia em assumir,
coragem de falar,
força para romper
e amor a doar.
Porque não há normas,
não há regras reais,
nossas cadeias são mentais,
e o que realmente vale é ser feliz.
O resto... tudo passa.


Seja livre e viva.
Essa é a vida e nenhum segundo torna...

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pela manhã sinto saudades...

Saudades da tua rouquidão.
Saudades de tu... amor bom.
E pelos teus braços passear meu corpo.
E no teu olhar repousar o meu sorriso.
No teu beijo entregar o meu suspiro.

Pela manhã sinto saudades...






sábado, 1 de setembro de 2012

Entregue a mim.

Tenho que aceitar.
Crescer dói sim.


Mas depois é a liberdade de ser que toma o peito,
liberta a voz,
esclarece o pensar,
paralisa o tolo ouvir.

Faz perceber o valor real que as pequenas 
e preciosas coisas têm.

E como em um lindo amanhecer,
olha-se não o em torno,
e sim o interno e descobre-se:

- Vou... vou embora do que pensam que sou. 
Vou viver o meu máximo. 
Fazer o que quero fazer. 
Vou ser... e não há o que possa impedir: Cresci. 
Já não torno mais.

Pronta. Entregue a mim.
A viver-me.
Doar-me.
Desfrutar as propostas dadas 
pelas sinuosas curvas minhas,
provar então meus desejos 
e deleitar-me nos sabores da vida 
que me faz feliz.

Segundos, minutos, momentos meus...

Estou pronta. Verdadeiramente entregue a mim.


Sempre soube.

Sempre soube.

Talvez pouco tenha ousado em proferir as palavras 
que o peito diz na surdina do sentir...

Mas sempre soube.

Há uma voz límpida que diz e diz, 
e confirma,
e grita, 
e é o Sim
e é o Fim das perguntas tolas do pensar.

Há uma razão para todo intuir.
As coisas não são o que são assim...
Elas têm porquê,
têm densidade em ser,
são propositais suas aparições,
são itencionais os encontros que a vida propõe.
São o que devem ser.
São chamados a existir pela força da visão 
interna que temos e desejamos viver.

A fé gera no intangível o que tangível será.
Como manivela,
lenta e gradativamente segue.

Sempre soube e assim deve continuar.