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Peteleco.

Ando tão sensível que um peteleco faz um furo. Deus me livre dos petelecos. Deus me livre dos furos.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

As palavras.

As palavras não querem sair da boca.
Não querem perder seu tempo.
Não querem explicar, esmiuçar, detalhar nada...
Não querem tal esforço para serem compreendidas.
Elas estão vivas e pulsantes dentro.
Conversando e sendo quem são.
Em toda plenitude estão.
As palavras tornam-se atos.
Tornam-se vida.
Elas não precisam de espaço.
Transformam-se naturalmente.
São fortes se cridas.
As palavras não precisam de opinião.
Elas são o que são.
Estão lá.
Dizendo.
Movendo.
Simplesmente estão.



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