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Peteleco.

Ando tão sensível que um peteleco faz um furo. Deus me livre dos petelecos. Deus me livre dos furos.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Nada "afim" de nada!! Quero sombra e água fresca cara!

Isso aí!
Nada "afim" de nada... "a fim" de nada... quero sombra e água fresca.
Quero riso e abraço.
Aconchego, chamego.
Quero ar puro e energia.
Coisas da vida.
Gargalhadas, palco e instinto.
Catarse.

É assim.
Quanto mais esquenta-se para as coisas mais as coisas esquentam-se para você.
Então pra quê?
Vale mais é dar risada.
Vale mais uma saída divertida com a galera amiga.
Vale mais um filminho e pizza, mas depois a caminhada pra queimar as calorias. Eu sei...

Que bobeira!
Esse negócio de ficar mentalizando, o tempo todo perguntando o que seria ou como ia ser...
Já passei desse ponto.
Isso é perda de vida. Perda de tempo. Perda de momento, belos e densos.
Vamos andar na verdade e pronto! Ponto.

É assim!
Solo fértil, mente fértil.
Coração pleno, profundo e aberto.

Até o cachorro procurou ar fresco!
Descansou dentro do banco,
deitadinho ali ficou...

Era pleno feriado e ele ali esparramado,
esfriando o pêlo e roncando cedo.

Ele dormia no geladinho do banco Santander. Banco vazio. Um velho lendo o jornal, o cachorro dormindo, eu tirando dinheiro e fotografando a bela cena. A descoberta da boa vida: sombra e água fresca!

Isso aí!
Nada "afim" de nada... "a fim" de nada... quero sombra e água fresca.
Viajar por aí sendo outros em mim.
Subir e descer palcos, ir e vir nos atos,
despentear os cabelos já bagunçados,
colocar as havaianas,
caminhar vendo gente,
olhando gente,
sendo gente...


Isso aí!
Nada "afim" de nada... "a fim" de nada... quero sombra e água fresca.
Pé na estrada!


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