sábado, 7 de julho de 2012

rompeu-me..

Saudade do nós rompeu-me.
Desato os nós deixados por ti,
e sigo em passos largos e gratos sorrisos, 
porque nunca solidez houve no vivido.
Dos calores sentidos na alma 
e o corpo que por ti exalou o cheiro do bem que um dia causou,
foi-se o sim e o não,
foi-se então,
mesmo a doce impressão sabe que impressão é superfície enganosa.
A fluidez segui-se sem dada permissão,
não há codificação para a claridade que a vida apresenta.
Quem pergunta sabe a resposta,
as coisas vem e vão,
são o que são e não podem ser vestidas de mentira,
parecem doces as palavras mais queridas,
mas as palavras reais são preciosas dádivas à quem preza a integridade na vida.


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