terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Amoras e amores...

Amoras e amores, meus doces sabores!


Sabores e cores!

Do vermelho ao uva...
Do cinza à escuridão...

No pé de fruta abarrotado,
tem presente pra todo lado,
adocicando o paladar,
e preenchendo o coração.

É poesia, é prosa,
é riso, é história,
é doce o falar!
O provar!
O pegar!

Mas o pomar é grande...
Pé de fruta a todo instante podemos ver por aí...
E daí?

Tem fruta azeda e amarela,

Nespera
tem fruta preta,
seca e velha...
Tem fruta de tudo quanto é cor...
Pra tudo quanto é gosto tem sabor!

Ah os amores...
são como as flores,
as cores,
os frutos,
são até como os arbustos,
secos ou brutos!

De qualquer forma belos...

Quando azeda,
a cara fica feia,
o estômago dói,
mas passa,
sempre vai passá...

Te aviso: Tem cuidado!

Jatobá.
No pomar tem coisa estranha...
Tem muita fruta esquisita!
Dá até dor de barriga se tu dela for provar!
Larga lá!
Larga lá!
Mas também tem fruta linda!
Linda de admirá... nem do pé tu quer tirá...

Ah mas tem umas que tu provas que pode até endoidecer...
Gostar tanto, tanto, tanto...
Que até vai querer plantá,
Um pezinho dessa fruta,
Vai amar, vai amar...

Quando o sabor é forte,
ah... pode ser até fruta do norte,
pode ser até fruta pão,
pode ser o que for então,
o sabor fica bom...
Ah se fica bom...

Amoras e amores,
amores e amoras,
não te choras,
só ri então...

As cores estão vivas,
no pomar da tua vida.
É só oiá iaiá!
É só oiá!

 Vai lá!
Tem fruta pronta pra pegá!
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